Trocar de sistema sem perder o histórico da clínica
O que trava a troca de sistema quase nunca é o sistema novo. É o medo de deixar dez anos de histórico para trás.
O que precisa atravessar
Uma migração que só traz o cadastro de pacientes não é migração — é um começar de novo com a lista de contatos. O que a clínica precisa do outro lado:
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Pacientes, com contato e dados de cadastro
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Agenda: o que já está marcado para a frente, e o histórico do que foi atendido
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Profissionais, com seus serviços e horários
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Convênios, com preço e regra de repasse
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Registros clínicos, respeitando o prazo de guarda
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Financeiro: o que foi pago, o que está em aberto
Como saber se veio tudo
Esta é a parte que quase ninguém pergunta e que decide se a migração deu certo. Não basta a tela abrir com dados dentro: é preciso conferência por contagem — quantos pacientes havia lá, quantos há aqui; quanto somava o financeiro lá, quanto soma aqui, ao centavo.
E é preciso decidir o que fazer com o registro que não passa. Data inválida, campo vazio onde o novo sistema exige valor, duplicata: isso sempre existe num banco com anos de uso. A resposta certa é quarentena — o registro fica separado para alguém olhar. A errada é o descarte silencioso, em que a linha simplesmente não aparece do outro lado e ninguém descobre até precisar dela.
O sistema antigo continua de pé
Durante a virada, o sistema antigo permanece intacto e acessível. Ele é o plano de volta: se a conferência não fechar, nada foi perdido, porque nada foi apagado de lá.
A virada em si é curta — congela-se a escrita no sistema antigo, roda-se a carga final, confere-se, e só então a chave vira. A clínica não trabalha em dois sistemas ao mesmo tempo, que é a receita para dois cadastros do mesmo paciente.
Não é você quem faz
A migração é assistida e está incluída no preço: você não paga taxa de implantação nem recebe uma planilha modelo para preencher. Nós olhamos o que existe no seu sistema atual, combinamos o que vem, e fazemos.
Isso significa também que o prazo depende do que encontrarmos: um sistema com exportação decente é questão de dias; um sem nenhuma saída de dados exige conversa antes de qualquer promessa.
De onde vem essa confiança
O PsicoSys nasceu dentro de uma clínica, e a primeira migração que fizemos foi a nossa: duas unidades da mesma rede, 7.137 pacientes e cerca de 330 mil registros de agenda, sessões, pagamentos e prontuário, saindo de uma plataforma antiga para esta.
A conferência por contagem, a quarentena em vez do descarte e o sistema antigo mantido como volta não são teoria de página de vendas: são as regras que a gente escreveu porque precisou delas.
Perguntas frequentes
Vou ficar sem acesso durante a migração?
Não. O sistema antigo continua funcionando até a virada, e a virada é curta — a escrita é congelada, a carga final roda, a conferência é feita, e a chave vira. Se algo não fechar, o antigo continua lá, intacto.
A migração é cobrada à parte?
Não. Está incluída, sem taxa de implantação. O que existe é uma conversa antes, para entender o que dá para trazer do seu sistema atual.
E se o meu sistema atual não tiver exportação de dados?
Aí a conversa vem antes de qualquer promessa. Há casos em que dá para extrair de outras formas e casos em que parte do histórico terá de ficar no sistema antigo, acessível apenas para consulta. Preferimos dizer isso na primeira conversa do que descobrir na virada.
Dá para testar antes de decidir migrar?
Dá, e é o recomendado: 14 dias grátis, sem cartão. A migração só entra na conversa depois que você já viu o sistema funcionando.
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